<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Programa de Atenção ao Desenvolvimento Infantil em Creches &#187; Educação infantil | Programa de Atenção ao Desenvolvimento Infantil em Creches</title>
	<atom:link href="http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?feed=rss2&#038;tag=educacao-infantil" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Dec 2016 13:30:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>Estado lança programa para a primeira infância</title>
		<link>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=58</link>
		<comments>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=58#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2014 05:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiríssima infância]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=58</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: O Estado de São Paulo 11 de julho de 2013 Tiago Dantas Estado lança programa para a primeira infância O governo do Estado lançou ontem um programa de atenção a crianças de até 3 anos. Chamado de &#8220;SP pela Primeiríssima Infância&#8221;, reúne novo protocolo clínico para os bebês, oferta de cursos de especialização em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: O Estado de São Paulo<br />
11 de julho de 2013<br />
Tiago Dantas</p>
<p>Estado lança programa para a primeira infância</p>
<p>O governo do Estado lançou ontem um programa de atenção a crianças de até 3 anos. Chamado de &#8220;SP pela Primeiríssima Infância&#8221;, reúne novo protocolo clínico para os bebês, oferta de cursos de especialização em desenvolvimento infantil para os médicos e agentes de saúde e um caderno com informações sobre cuidados nesta fase da vida para os pais.</p>
<p>O governo pretende investir R$ 5,5 milhões até o fim do ano. Inicialmente, o programa será levado para 41 cidades do Estado. O objetivo da Secretaria Estadual de Saúde é que ele seja estendido a todas as cidades paulistas nos próximos anos, por meio de parcerias com a sociedade civil. Um convênio foi firmado com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, referência no atendimento infantil.</p>
<p>&#8220;Estudos recentes mostram que uma criança bem atendida no início da vida tem menos chances de abandonar a escola e de se envolver com drogas e crimes&#8221;, disse Eduardo de Campos Queiroz, diretor-presidente da Fundação. &#8220;Um começo de vida mais adequado, com oportunidades mais justas fará toda a diferença&#8221;, disse a coordenadora de Saúde da criança do Estado, Sandra Regina de Souza.</p>
<p>Mudanças. O novo protocolo clínico, que será usado pelos médicos ao atender crianças de até 3 anos, foi desenvolvido a partir de estudos de profissionais do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas e da Unicamp. A secretaria trabalha no desenvolvimento de cursos a distância para os profissionais que participarão do novo programa.</p>
<p>Pais que forem atendidos pelo programa receberão o Caderno da Família, um livreto com informações sobre as fases de vida do bebê, vacinas que deve tomar, alimentação, além de cuidados que os responsáveis devem ter com o sono e o choro.</p>
<p>Segundo Alckmin, a mortalidade infantil no Estado caiu, na última década, de 18 mortes por mil nascidos vivos para 11,5 mortes.</p>
<p>Disponível em: <a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,estado-lanca-programa-para-a-primeira-infancia-imp-,1052223" target="_blank">http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,estado-lanca-programa-para-a-primeira-infancia-,1052223,0.htm </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?feed=rss2&#038;p=58</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma infância blindada</title>
		<link>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=56</link>
		<comments>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=56#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2014 05:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=56</guid>
		<description><![CDATA[Fragmento Publicado no Jornal Correio Braziliense (Brasília/DF) &#8211; seção Revista do Correio &#8211; no dia 15 de outubro de 2013 Uma infância blindada Como fazer para que a criança não entre em contato com influências negativas? Como detectá-las? A psicóloga Tânia Lobountchenko explica que identificar o que não é bom para os filhos passa por [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fragmento Publicado no Jornal Correio Braziliense (Brasília/DF) &#8211; seção Revista do Correio &#8211; no dia 15 de outubro de 2013</p>
<p>Uma infância blindada</p>
<p>Como fazer para que a criança não entre em contato com influências negativas? Como detectá-las? A psicóloga Tânia Lobountchenko explica que identificar o que não é bom para os filhos passa por um conceito simples, mas pouco seguido: bom senso. Não permitir que os filhos assistam a filmes, programas de TV, escutem músicas ou leiam livros que façam com que eles se tornem precocemente sexualizados, agressivos ou sem limites é um começo. Segundo ela, os pais devem avaliar a “maturidade psíquica” dos pequenos</p>
<p>antes de expô-los a certos conteúdos. O filtro, porém, é limitado. “A criança precisa ser, pensar, sentir, agir, explorar e se desenvolver como criança”.</p>
<p>A terapeuta corporal Thaiani Tolfo Carneiro, de 25 anos, conta que uma de suas maiores preocupações com relação à criação da filha, Liz Lopez Carneiro, de 1 ano, são as influências a que ela estará exposta quando crescer. Por isso, ela tenta criar um ambiente “protegido”. Por exemplo, durante a gestação, Liz já escutava “música boa”. “Geralmente, era jazz, mas também Beethoven para crianças. O parto da filha foi humanizado, feito na piscina de casa. Liz está ensaiando seus primeiros passos, anda segurando a mão de um adulto e quase não encontra obstáculos, já que a mãe dispensou o uso de “chiqueirinho”. Também não há tapetes em que possa tropeçar. “Eu e o pai dela deixamos ela livre para andar por onde quiser”, justifica Thaiani. Mesmo com a pouca idade, a garotinha já faz aulas de motricidade, musicalização, artes e natação, para ajudar em seu desenvolvimento.</p>
<p>A menina já tem contato com a televisão, mas nunca viu um desenho animado. “Não queremos que ela assista a coisas comerciais. Ela não vai ser uma criança alienada, criada como um robô”, justifica a mãe. A alimentação é regrada e preparada por Thaiani diariamente, só com produtos naturais. A ideia é acostumar o paladar da filha a alimentos saudáveis para que, no futuro, eles se sobressaiam às opções gordurosas e açucaradas. “Quero que ela tenha autonomia, que não seja influenciada por publicidade”, diz.</p>
<p>A maneira “politicamente correta” que Thaiani educa a filha recebe críticas e elogios. “A família interfere muito, quer passar hábitos amigos”, conta. De indicações de desenhos animados que “acalmam” os bebês a receitas à base de farinhas para complementar o leite da mãe, ela diz que já ouviu de tudo. Mas não se abala. “A criança pode ter outras opções”. Thaiani não trabalha fora, mas acorda às 6h para preparar as refeições da filha. Enquanto a menina vai à escolinha, ela continua sua pesquisa. “Quero aprender a massagem tranquilizadora Shantala”, conta.</p>
<p>Atividades variadas realmente ajudam no desenvolvimento infantil. Dependendo da idade e do tipo de atividade, Ely Harasawa, psicóloga e gerente de Programas da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, em São Paulo, diz que elas podem ser benéficas para o desenvolvimento físico, social e mesmo cognitivo da criança. Porém, é preciso prestar atenção ao que alguns psicólogos apelidaram de “síndrome do miniexecutivo”, ou seja, o excesso de compromissos durante a infância.</p>
<p>“De modo geral, inscrever as crianças em várias atividades diferentes não é positivo porque compromete o ‘sagrado’ tempo do brincar”, reforça. Por meio das brincadeiras, a criança reproduz a realidade de forma controlada, para compreendê-la melhor e vivenciar seus medos, anseios e emoções, segundo a especialista. Sobretudo na primeira infância, período que engloba os cinco primeiros anos de vida, Harasawa salienta que o excesso de atividades pode acabar prejudicando o desenvolvimento da criança, seja pelo grau de esforço, seja pelo tempo dedicado.</p>
<p>Além de não ter tempo para brincar, a criança pode ficar estressada ou se ver obrigada a administrar uma agenda compatível com a de um adulto super atarefado. Outro efeito colateral pouco percebido pelos pais são as expectativas deles próprios com relação ao que a criança aprende. “Consciente ou inconscientemente, muitos paiscomeçam a esperar um ‘craque’ de futebol, um ‘virtuose’ no piano, um ‘campeão’ de caratê ou um ‘gênio’ da pintura”, enumera a psicóloga. “A criança sente essa expectativa e passa a tentar atende-la, o que é algo muito pesado e frustrante”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?feed=rss2&#038;p=56</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prefeitura quer creche em faculdade privada de Pedagogia</title>
		<link>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=35</link>
		<comments>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=35#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2014 05:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Creches]]></category>
		<category><![CDATA[Educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Parcerias]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?p=35</guid>
		<description><![CDATA[Jornal O Estado de S. Paulo – 03/02/2014 Paulo Saldaña Parceria reduziria déficit de vagas, diz secretaria; ONGs intermediariam o convênio entre município e universidades A Prefeitura de São Paulo quer firmar parcerias com faculdades particulares e criar creches de aplicação para atender crianças da vizinhança. A ideia seria uma forma de diminuir o déficit [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Jornal O Estado de S. Paulo – 03/02/2014<br />
Paulo Saldaña</p>
<p>Parceria reduziria déficit de vagas, diz secretaria; ONGs intermediariam o convênio entre município e universidades</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo quer firmar parcerias com faculdades particulares e criar creches de aplicação para atender crianças da vizinhança. A ideia seria uma forma de diminuir o déficit de vagas na capital.</p>
<p>O município não divulgou os dados sobre a demanda por educação infantil registrada em dezembro, mas, em outubro, informação mais recente, estavam na fila por creche 170 mil crianças de 0 a 3 anos. A rede mantinha 213,8 mil matriculados.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Educação já se reuniu algumas vezes com o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de São Paulo (Semesp), que mapeou cerca de 90 cursos particulares de Pedagogia na cidade. &#8220;Vamos analisar a localização e características das instituições, mas sabemos que muitas estão em áreas onde há demanda&#8221;, disse ao Estado o secretário, Cesar Callegari.</p>
<p>A Prefeitura só pode fazer convênios para creches com entidades sem fins lucrativos. Como a maioria das faculdades não se encaixa nesse perfil, o plano é que Organizações Não Governamentais (ONGs) que já realizam atendimento de educação infantil possam compor uma triangulação entre o município e as faculdades.</p>
<p>Além de questões legais, as instituições precisam aderir ao programa e investir nas adequações. &#8220;Temos uma parte burocrática que não é simples&#8221;, diz o presidente do Semesp, Hermes Figueiredo. &#8220;As instalações em geral não contemplam esse tipo de atendimento, teria de haver um novo local separado, o que demanda investimento e conscientização para convencimento das faculdades.&#8221;</p>
<p>Figueiredo ressalta que os próprios cursos de Pedagogia se beneficiariam de terem unidades de educação infantil ligadas às faculdades. Gerente de programas da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Ely Harasawa afirma que é essencial que o atendimento seja feito por educadores já formados e que os alunos façam estágio no local. &#8220;É uma alternativa muito interessante. Haveria profissionais formados e alunos supervisionados pelos especialistas da academia&#8221;, diz.</p>
<p>Sem dinheiro. A gestão de Fernando Haddad (PT) alega que o impedimento de reajustar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) &#8220;tirou&#8221; R$ 249 milhões da educação. Segundo Callegari, os planos de obras (243 novas creches) continuam &#8220;intocáveis&#8221;, mas a pasta tem procurado alternativas para aumentar a oferta de vagas. Decisão judicial de 2013 determinou que a cidade crie 150 mil novas vagas em educação infantil até 2016. &#8220;Não precisamos ser empurrados pelo poder Judiciário para fazer o que já queremos.&#8221;</p>
<p>Para acessar a matéria, <a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,prefeitura-quer-creche-em-faculdade-privada-de-pedagogia-imp-,1126026" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.boaspraticasemcreches.ufscar.br/?feed=rss2&#038;p=35</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
